segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Economia solidária


Economia solidária
A economia solidária é movimento que busca contrapor os princípios de produção, comercialização e distribuição de riquezas inerentes ao sistema capitalista, buscando novas relações (sociais, econômicas e ambientais) contrárias:

- à alienação em relação ao processo do trabalho como um todo;

- às desigualdades sociais (poder e riqueza na mão de uma minoria, pobreza para a maioria); e 
- aos desequilíbrios ecológicos - visto que grandes corporações tendem a se preocupar mais com o lucro e menos com os danos ambientais que o seu crescimento desenfreado causa. 

E como visto, o desenvolvimento territorial busca expandir com base nesta economia solidária, levando em conta que seu crescimento necessita do envolvimento das pessoas: 

- de forma associativista e cooperativista (cada um contribuindo com o seu melhor, com o que é possível dentro de seus parâmetros); 
- participando do processo desde sua implementação até o produto final (propriedade da economia solidária que tem características também do comércio justo); e 
- tendo em mente o equilíbrio ecológico (fator essencial para harmonizar as relações entre pessoas, desenvolvimento territorial e natureza).

sábado, 15 de dezembro de 2012

Empreendimentos Solidários, ABC

Paul Singer participa de seminário de Incubadora de Empreendimentos Solidários


Com palestra do secretário nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego, Paul Singer, a Incubadora de Empreendimentos Solidários da Prefeitura de São Bernardo do Campo (SBCSOL) realizou, na tarde desta sexta-feira (14), o 1° Seminário SBCSOL - Perspectivas e Oportunidades da Economia Solidária e o Papel das Incubadoras.

Durante o evento, sediado na Universidade Metodista de São Paulo, no campus Rudge Ramos, foram divulgados o projeto, a metodologia, os grupos inscritos e selecionados para o projeto e o site da incubadora (www.sbcsol.org.br), que irá entrar no ar na próxima semana.

Lançada em março deste ano, a SBCSOL é resultado de uma parceria entre a Prefeitura, a Universidade e o Instituto Metodista Granbery e conta com apoio financeiro da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), empresa pública vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, do governo federal.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, o projeto deve ser considerado histórico. "Foram selecionados inicialmente 17 grupos, mas futuramente pretendemos ampliar esse número. O principal objetivo, além de assessorar os empreendedores, é dar apoio e estímulo a diferentes segmentos, para, assim, capacitar e formar gestores", comenta.

Os empreendimentos atendidos vinculam-se a variados ramos de negócios, entre metalurgia, processamento de material reciclável, oficinas de costura, artesanato, hortas urbanas e alimentação. Um dos exemplos é a Cooperativa de Trabalho e Serviços de Máquinas e Equipamentos – Unimáquinas –, constituída após o encerramento das atividades da antiga Lawes.

O convênio tem duração de 24 meses e o atendimento é prestado nas dependências da Central de Trabalho e Renda (CTR). A equipe é constituída de técnicos, professores/consultores do Instituto Granbery e universitários de diversas áreas.

Cerca de cem pessoas participaram do seminário. Estiveram presentes o reitor da Universidade Metodista de São Paulo, Márcio de Moraes, o diretor da Faculdade de Administração e Economia, Luiz Silvério Silva, além de representantes do Instituto Metodista Granbery e da FINEP. 

O atendimento é feito na CTR (Rua Marechal Deodoro, 2.316, Centro). Mais informações pelo telefone 4128-1279.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

VCTC VIAS DE CIRCULAÇÃO DO TRANSPORTE COLETIVO

IDÉIA SIMPLES E DE BAIXO CUSTO PARA O TRANSPORTE PÚBLICO EM SÃO PAULO


CRIAÇÃO DE VCTC (VIAS DE CIRCULAÇÃO DO TRANSPORTE COLETIVO)

Primeiro passo - Transformar todas as ruas que circulam ônibus em locais PROIBIDOS DE ESTACIONAR E PARAR; Obs. Não depende de nenhum tipo de regulamentação de qualquer estancia que seja, podendo ser adotado qualquer tipo de via.

Motivo – Melhora a circulação dos coletivos que precisam ficar desviando de veículos parados, muitas vezes em locais proibidos;

Desestimula quem não precisa circular de veículos nestas vias, muitas vezes o veiculo é estacionado durante todo o dia;

Obriga os motoristas a colocarem os veículos em estacionamentos e caso os custos destes sejam inviáveis, o veículo passará a ficar em casa;

Segundo passo – Aumentar a largura da faixa onde os coletivos circulam e deixa-las nivelada, aumentando o conforto dos passageiros, atualmente os coletivos circulam na faixa mais esburacada e inclinada da rua.

Criar uma separação por faixas bem sinalizadas, com a intensão de desmotivar o zigue-zague de motos entre estas faixas (Vide números de acidentes de motos com ônibus);

Terceiro passo – Fazer uma readequação nos pontos de ônibus, facilitando o embarque de passageiros, se necessário, aumentar a largura da calçada nestes pontos, de forma a permitir a instalação de pontos com cobertura;

A FISCALIZAÇÃO

Poderá ser feita por fiscais (Marronzinhos) que estejam viajando dentro dos próprios ônibus, munidos de uma filmadora, disponibilizando as imagens aos motoristas que desejarem.

Motivo – À medida que os motoristas souberem que poderão ser multados pelo próprio ônibus, sempre que virem uma VCP, nem tentarão estacionar, pois pode ser que tenha um multador lá dentro;

Outro tipo de fiscalização, poderá ser feita por ciclistas, através de convenio com cooperativas ou ONG´s, até que os motoristas sejam educados a jamais estacionarem em uma VCP;

Professor Pedro de Carvalho.